"As enfermidades não sobrevivem quando implantamos e cultivamos um nobre estilo de vida que nos melhore simultâneamente nos diversos níveis e aspectos de nossa natureza (matéria, energia, emoções, pensamentos). É isto que nos garante "saúde plena"". Hermógenes.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Matéria: Como Aproveitar Uma Encarnação na Revista Inspiração
Oi Amigos
Na quinta edição da Revista Inspiração fiz uma nova matéria que chama-se Como Aproveitar Uma Encarnação.
No http://issuu.com/timexpublicidade/docs/inspiracao_quinta_edicao
Boa Leitura para todos!!!!!
Um abraço fraternal
Paula Dias
Na quinta edição da Revista Inspiração fiz uma nova matéria que chama-se Como Aproveitar Uma Encarnação.
No http://issuu.com/timexpublicidade/docs/inspiracao_quinta_edicao
Boa Leitura para todos!!!!!
Um abraço fraternal
Paula Dias
sábado, 30 de agosto de 2014
Música A Paz - Roupa Nova
Esse vídeo fala da paz e da forma como toda coletividade pode agir a fim de conquistar efetivamente a paz mundial!!!!!
OS PILARES DA PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA E REGRESSÕES TERAPÊUTICAS
A Psicoterapia
Reencarnacionista é conhecida como a Terapia da Reforma Intima.
Os Pilares da Psicoterapia
Reencarnacionista são a Personalidade Congênita; a Finalidade e o Aproveitamento
da Encarnação; a Ilusão dos Rótulos das Cascas.
A nossa Personalidade
Congênita é aquela nossa característica de personalidade que nos acompanha vida
após vida. A Finalidade da nossa Encarnação é para que saibamos o porquê do
nosso espírito ter voltado para Terra para cumprir mais uma jornada aqui e o
Aproveitamento da Encarnação ocorre quando conseguimos ir realizando
gradativamente a nossa Reforma Intima e aprimorando as nossas características
pessoais nos trabalhando rumo a um caminho de evolução espiritual. A Ilusão dos
Rótulos das Cascas é aquela que nos mostra que tudo é temporário, que nessa
vida por exemplo, nós não somos brasileiros, mas estamos brasileiros, mas em
outras vidas nós já fomos gregos, japoneses, nesta vida nosso pai e nossa mãe
estão nossos pais, mas em outra vida podem ter sido nosso filho, nosso patrão,
nosso escravo. Somos seres eternos vivendo nesse planeta e quando entendermos
isso, as diferenças entre nós desaparecerão, pois elas não são reais.
No tratamento da Psicoterapia
Reencarnacionista, no momento da Regressão Terapêutica não existe hipnose, nem
incentivo de reconhecimento de pessoas de nossa vida atual como personagens de
vidas passadas, caso surja algum reconhecimento acontece espontaneamente para
agregar algum aprendizado para a pessoa regredida. Nesta técnica, o
Psicoterapeuta atua como auxiliar do mentor espiritual da pessoa regredida, nós
colocamos uma música de relaxamento e lemos um Manual de Regressão para
incentivar à expansão da consciência da pessoa e quem trás o trabalho que será
realizado será o mentor espiritual da pessoa, que pode ser uma Regressão de
Desligamento, onde a pessoa poderá recordar o fato traumático da vida que
acessou até morrer, recordar ter chegado ao Plano Astral; uma Regressão Consciencial:
que é aquela que a pessoa encontra sua Proposta de Reforma Íntima ou algum tipo
de conscientização que o mentor ache importante ou um Tratamento de Cura: no
caso do mentor sentir que a pessoa necessita de uma cura. O objetivo principal
do tratamento é o real aproveitamento da encarnação, ajudar a pessoa a recordar
porque reencarnou outra vez.
terça-feira, 8 de julho de 2014
MATÉRIA SOBRE PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA E TIPOS DE REGRESSÕES TERAPÊUTICAS NA REVISTA INSPIRAÇÃO
terça-feira, 1 de julho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
A SABEDORIA DE MUDAR A SI MESMO
O que a maioria das pessoas faz é
tentar mudar as outras. Isso é, na verdade, uma tentativa de alterar a realidade
exterior para ter paz interior. Tenta-se mudar o comportamento e a forma de
pensar de outras pessoas que nos incomodam, para que finalmente possamos ser
felizes. Esse é um caminho certo para gerar sofrimento para si mesmo.
O mecanismo que acontece é o seguinte. Sempre que alguém se comporta ou deixa de se comportar da maneira que gostaríamos, surge dentro de nós um desconforto. Esse desconforto é simplesmente o nosso julgamento sobre a realidade. É uma reação interna, totalmente nossa. E pra que possamos ficar em paz novamente, tentamos fazer com que as pessoas mudem. Mesmo quando não falamos nada e não tomamos nenhuma providência pra que isso aconteça, fica o desejo latente no nosso interior.
O resultado desse querer frustrado de alterar a realidade é o sofrimento. Esse sofrimento pode ser manifestar em forma de raiva, impotência, frustração, tristeza e vários outros sentimentos.
A partir daí surge a dependência, o comportamento controlador, a crítica, julgamento, e, em casos mais graves, a agressão verbal e física.
Recentemente, conversando com um amigo que é bem mais novo do que eu, ele me falou que ficava incomodado com sua avó quando ela lhe dizia que ele tinha demorado muito no banho, e que deveria ter sido mais rápido. Perguntei, então, por que isso o incomodava tanto. Ele justificou o incômodo dizendo que não adiantava ela ficar dizendo o que deveria ter acontecido, por que já tinha passado, e não tinha como mudar.
Então eu falei pra ele: "Na sua visão, ela deveria parar de pensar dessa forma, parar de reclamar. É interessante, você sofre do mesmo mal que ela sofre. Ela quer que você mude e tome banho mais rápido. E você quer que ela mude e pense de forma diferente, que ela aceite o tempo do seu banho ou não expresse a opinião dela. Por isso você sofre. No momento em que você aceitar o que ela pensa, sem julgamento, a opinião dela não fará diferença pra sua paz interior. Os julgamentos da sua avó vão apenas causar desconforto pra ela mesma".
Uma coisa acontece quando reclamamos, rebatemos e tentamos mudar as outras pessoas: o outro lado resiste. Ou seja, tudo isso acaba contribuindo para mais conflito. Se a reação dele à reclamação da avó fosse totalmente neutra e sem julgamento algum, provavelmente a avó pararia de reclamar. Isso acontece porque os embates alimentam o nosso ego, a nossa sombra. Quando estamos discutindo ou tentando convencer alguém, o ego se fortalece. Ele tenta subjugar a outra pessoa pra se sentir superior. E a outra pessoa tenta fazer o mesmo com você. É um jogo que acontece de forma inconsciente. Por isso, quando não é criada uma resistência do outro lado, o ego não tem mais com quem disputar; não há mais alimento pra que ele se fortaleça. Assim, o embate acaba.
Talvez você já tenha passado pela experiência de tentar mudar o comportamento através da crítica. E provavelmente você deve ter percebido que não funcionou. Eu conheço um casal que tem 40 anos de casados e tem comportamentos em que um ainda reclama do outro durante esse tempo todo. Se a crítica fosse uma forma eficiente de promover mudança, os dois teriam moldado perfeitamente o comportamento para se encaixar com o outro.
Tem uma coisa também muito interessante que acontece com quem começa a entrar nesse caminho de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Às vezes, a pessoa faz um curso que a leva a ver um monte de comportamentos, crenças e formas de agir que levam ao sofrimento. Fica encantada com tudo isso. E aí, quando sai do curso, começa a mostrar isso pras pessoas, apontando como elas estão julgando e causando sofrimento para elas e pros outros. E isso começa a gerar antipatia. Age como se fosse um professor que aponta as falhas dos outros, ou seja, começa a julgar as pessoas e tentar mudar seus comportamentos.
Ou seja, a pessoa que teoricamente deveria estar agora mais compassiva, menos julgadora, olhando mais para as suas reações internas procurando melhorar a si mesma, começa a desviar desse caminho e passa a observar e se incomodar com o comportamento das outras pessoas. Muitos ficam tentando de forma insistente fazer com que os outros façam o curso que ela fez. Isso gera resistência e as pessoas começam a fugir.
Confesso que já passei um pouco por esse estágio quando comecei. Hoje a minha "tática" é bem diferente. Na verdade, não há tática nenhuma. Eu apenas procuro ser o melhor que consigo e, através do exemplo, a nossa influência aumenta muito. Se alguém me pergunta algo sobre essa área, eu falo. Se a pessoa não demonstra interesse, sem problema. Escrever textos como esses e postar no meu blog, no Facebook e outros sites é também uma forma de deixar disponível o que eu sei que pode ajudar outras pessoas, deixando-as livre para ler, se elas assim quiserem.
Faz parte da minha missão tocar outras pessoas. Porém, sem qualquer tipo de julgamento ou imposição de qualquer coisa. E já que você chegou até esse ponto do texto, convido você a conhecer a *EFT (técnica para autolimpeza emocional, que é uma técnica que você pode aprender pra se autoaplicar e eliminar rapidamente pensamentos, sentimentos e emoções negativas, julgamentos, crenças limitantes e qualquer coisa que tire a sua paz interior.
Gaste a sua energia, suas observações e julgamentos para mudar a você mesmo. Sempre que quiser dar um conselho pra alguém ou criticar de alguma forma, observe se você vem seguindo esse conselho na sua vida, ou se vem fazendo ou já fez exatamente o que você tem vontade de criticar no outro. Se você for honesto consigo mesmo certamente encontrará muito o que mudar em você.
O mecanismo que acontece é o seguinte. Sempre que alguém se comporta ou deixa de se comportar da maneira que gostaríamos, surge dentro de nós um desconforto. Esse desconforto é simplesmente o nosso julgamento sobre a realidade. É uma reação interna, totalmente nossa. E pra que possamos ficar em paz novamente, tentamos fazer com que as pessoas mudem. Mesmo quando não falamos nada e não tomamos nenhuma providência pra que isso aconteça, fica o desejo latente no nosso interior.
O resultado desse querer frustrado de alterar a realidade é o sofrimento. Esse sofrimento pode ser manifestar em forma de raiva, impotência, frustração, tristeza e vários outros sentimentos.
A partir daí surge a dependência, o comportamento controlador, a crítica, julgamento, e, em casos mais graves, a agressão verbal e física.
Recentemente, conversando com um amigo que é bem mais novo do que eu, ele me falou que ficava incomodado com sua avó quando ela lhe dizia que ele tinha demorado muito no banho, e que deveria ter sido mais rápido. Perguntei, então, por que isso o incomodava tanto. Ele justificou o incômodo dizendo que não adiantava ela ficar dizendo o que deveria ter acontecido, por que já tinha passado, e não tinha como mudar.
Então eu falei pra ele: "Na sua visão, ela deveria parar de pensar dessa forma, parar de reclamar. É interessante, você sofre do mesmo mal que ela sofre. Ela quer que você mude e tome banho mais rápido. E você quer que ela mude e pense de forma diferente, que ela aceite o tempo do seu banho ou não expresse a opinião dela. Por isso você sofre. No momento em que você aceitar o que ela pensa, sem julgamento, a opinião dela não fará diferença pra sua paz interior. Os julgamentos da sua avó vão apenas causar desconforto pra ela mesma".
Uma coisa acontece quando reclamamos, rebatemos e tentamos mudar as outras pessoas: o outro lado resiste. Ou seja, tudo isso acaba contribuindo para mais conflito. Se a reação dele à reclamação da avó fosse totalmente neutra e sem julgamento algum, provavelmente a avó pararia de reclamar. Isso acontece porque os embates alimentam o nosso ego, a nossa sombra. Quando estamos discutindo ou tentando convencer alguém, o ego se fortalece. Ele tenta subjugar a outra pessoa pra se sentir superior. E a outra pessoa tenta fazer o mesmo com você. É um jogo que acontece de forma inconsciente. Por isso, quando não é criada uma resistência do outro lado, o ego não tem mais com quem disputar; não há mais alimento pra que ele se fortaleça. Assim, o embate acaba.
Talvez você já tenha passado pela experiência de tentar mudar o comportamento através da crítica. E provavelmente você deve ter percebido que não funcionou. Eu conheço um casal que tem 40 anos de casados e tem comportamentos em que um ainda reclama do outro durante esse tempo todo. Se a crítica fosse uma forma eficiente de promover mudança, os dois teriam moldado perfeitamente o comportamento para se encaixar com o outro.
Tem uma coisa também muito interessante que acontece com quem começa a entrar nesse caminho de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Às vezes, a pessoa faz um curso que a leva a ver um monte de comportamentos, crenças e formas de agir que levam ao sofrimento. Fica encantada com tudo isso. E aí, quando sai do curso, começa a mostrar isso pras pessoas, apontando como elas estão julgando e causando sofrimento para elas e pros outros. E isso começa a gerar antipatia. Age como se fosse um professor que aponta as falhas dos outros, ou seja, começa a julgar as pessoas e tentar mudar seus comportamentos.
Ou seja, a pessoa que teoricamente deveria estar agora mais compassiva, menos julgadora, olhando mais para as suas reações internas procurando melhorar a si mesma, começa a desviar desse caminho e passa a observar e se incomodar com o comportamento das outras pessoas. Muitos ficam tentando de forma insistente fazer com que os outros façam o curso que ela fez. Isso gera resistência e as pessoas começam a fugir.
Confesso que já passei um pouco por esse estágio quando comecei. Hoje a minha "tática" é bem diferente. Na verdade, não há tática nenhuma. Eu apenas procuro ser o melhor que consigo e, através do exemplo, a nossa influência aumenta muito. Se alguém me pergunta algo sobre essa área, eu falo. Se a pessoa não demonstra interesse, sem problema. Escrever textos como esses e postar no meu blog, no Facebook e outros sites é também uma forma de deixar disponível o que eu sei que pode ajudar outras pessoas, deixando-as livre para ler, se elas assim quiserem.
Faz parte da minha missão tocar outras pessoas. Porém, sem qualquer tipo de julgamento ou imposição de qualquer coisa. E já que você chegou até esse ponto do texto, convido você a conhecer a *EFT (técnica para autolimpeza emocional, que é uma técnica que você pode aprender pra se autoaplicar e eliminar rapidamente pensamentos, sentimentos e emoções negativas, julgamentos, crenças limitantes e qualquer coisa que tire a sua paz interior.
Gaste a sua energia, suas observações e julgamentos para mudar a você mesmo. Sempre que quiser dar um conselho pra alguém ou criticar de alguma forma, observe se você vem seguindo esse conselho na sua vida, ou se vem fazendo ou já fez exatamente o que você tem vontade de criticar no outro. Se você for honesto consigo mesmo certamente encontrará muito o que mudar em você.
por Andre Lima
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