"As enfermidades não sobrevivem quando implantamos e cultivamos um nobre estilo de vida que nos melhore simultâneamente nos diversos níveis e aspectos de nossa natureza (matéria, energia, emoções, pensamentos). É isto que nos garante "saúde plena"". Hermógenes.
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quarta-feira, 30 de abril de 2014
BAIXA ESTIMA E SEUS PERIGOS!!!!!!!
O complexo de inferioridade consiste em um conjunto de ideias que foram recalcadas no inconsciente da criatura em tenra idade, associadas às já existentes pelas experiências obtidas em vidas pretéritas.
Ele age sobre a conduta humana, provocando sentimentos gratuitos de culpa, excessiva carga emotiva relacionada a pensamentos de baixa estima, frequente sensação de inadequação e constante frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal.
O sentimento de autopiedade pode nos tornar doentes fisicamente.
Uma espécie de “invalidez psíquica” envolve-nos a existência e, a partir daí, sentimo-nos inferiores e incapazes, levados a uma perda total da confiança em nós mesmos.
A piedade aqui referenciada, é o sofrimento moral de pesar ou aflição que sentimos por autopunição. Ter pena ou dó, em muitas circunstâncias, pode não ser um sentimento verdadeiro, mas sim uma obrigação social aprendida, a ser demonstrada diante do infortúnio alheio.
No entanto, a sensação que experimentamos de amor, permeada de respeito e afeição pelos outros, revela-nos os reais sentimentos denominados de benevolência e compaixão. A baixa estima ou autopiedade, pode nos levar a ser vítimas de nós mesmos, pois estaremos somatizando essas emoções negativas em forma de doenças.
Os sintomas da enfermidade podem ser considerados a forma física de expressar uma atitude interna, ou mesmo um conflito.
Portanto, doentes não são somente as vítimas inocentes de algum desarranjo da natureza, mas também os facilitadores de sua própria moléstia.
O acontecimento em si mesmo, nunca tem muito sentido; precisamos aprender a discernir o que há por trás do aspecto físico, ou seja, atingir o conteúdo metafísico das coisas. A importância e a mensagem de um fato ou de um acontecimento somente aparecem clarificadas, quando interpretados em sua significação; é isso que nos permite a compreensão completa de seu sentido.
Quando deixamos de interpretar as ocorrências da vida e o segmento natural que implicará seu destino, nossa existência mergulhará numa total falta de sentido.
A doença sempre tem uma intencionalidade e um objetivo, surgindo nas criaturas de baixa estima a fim de alertá-las de que existe uma descompensação psíquica (seu sentimento de inferioridade) e da necessidade de harmonizá-la.
O sentimento de inferioridade ou de baixa estima associa as criaturas a uma resignação exagerada, a um autodesleixo ou descuido das coisas pessoais.
A perda do senso de autovalorização é também consequência do sentimento de inferioridade, que remete os indivíduos à vivência entre “hábitos cronometrados” e a uma “mecanização dos costumes”.
Aqui estão algumas afirmações, que, se observadas com atenção, poderão nos ajudar a reconquistar a autoconfiança perdida:
- somos potencialmente capazes de tomar decisões sem ter que recorrer a intermináveis conselhos;
- possuímos uma individualidade divina completamente distinta da dos outros;
- fazemos as coisas porque gostamos, não para agradar as pessoas;
- encontraremos sempre novos relacionamentos; por isso não temos medo de ser abandonados;
- usaremos, constantemente, de nosso bom senso; portanto, as críticas e as desaprovações não nos atingirão com facilidade;
- tomaremos nossas próprias decisões, respeitando, porém, a dos outros.
É essencial lembrar-nos de que sempre é possível alterar ou transformar nosso “estilo de vida”.
Para tanto, não duvidemos de nossas aptidões e vocações naturais, nem questionaremos, sistematicamente, nossas forças interiores.
Para obtermos autoconfiança, somente é preciso reivindicarmos, valorosamente, o que já existe em nós por direito divino.
(Hammed)
sábado, 5 de abril de 2014
Matéria sobre Terapia de Florais com Avaliação Energética dos Chacras
Boa Noite Amigos
Nos meses de Março e Abril de 2014 terá uma matéria que escrevi a respeito de Terapia de Florais com Avaliação Energética dos Chacras na Revista Inspiração, essa Revista é sobre Terapias Holísticas em geral. A distribuição da Revista é gratuita e está sendo realizada em Mundo Verde, Via Verde, Restaurantes Naturais.
http://issuu.com/timexpublicidade/docs/revista_inspiracao_mar_abr_2014
http://issuu.com/timexpublicidade/docs/revista_inspiracao_mar_abr_2014
Um abraço fraternal
Paula Dias
quarta-feira, 2 de abril de 2014
EM VEZ DE LUTAR PELA PAZ, SEJA A PAZ
Não é criando uma oposição à guerra que poderemos criar a paz. Para que a paz seja uma realidade em nossa vida e em nosso planeta, é preciso que possamos ser a paz independentemente de qualquer coisa. É o que nos ensina mestre Saint Germain nesta mensagem
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Paz é um estado de ser. Estar no aqui e
agora, em harmonia e equilíbrio com todas as coisas. Paz existe no espaço
entre a Luz e as Trevas. É o perfeito equilíbrio entre essas polaridades. Paz
é um entender de ambos os lados das polaridades e não achar oposição em nada,
isto é, não ir contra a nada ou ninguém. Paz não conhece oposição. Deus não
conhece oposição. Deus não se opõe a nada.
De qualquer maneira, em seu livre arbítrio, a humanidade tem a liberdade de se opor, ir contra -- ou de criar o equilíbrio e perfeição que se encontra na Fonte de Deus dentro de nossos corações. É somente na ilusão dessa separação que nós podemos escolher a oposição, escolher ir contra. Medo - outra ilusão - cria oposição. Toda oposição é motivada pelo medo. É um cair contínuo até que chega uma hora em que você tem tanto medo e oposição que a Poderosa Luz da Presença Divna EU SOU começa a brilhar, mudando seu medo e oposição para equilíbrio e amor. Quando você escolhe se render de suas oposições, você escolhe se render para Seu Ser Crístico. Ser amoroso e bondoso, mas não entender e se revoltar contra o oposto - revoltar-se contra o ódio, guerras, injustiças - é viver na oposição. Nesse estado de oposição, você se envolve na mesma energia do ódio e da guerra. Você fala, "é para a Paz que nós nos colocamos contra a guerra". Mas EU falo para vocês: paz não se opõe, não vai contra nada. Paz é o que a paz faz. Se você fala que está em paz, mas não entende o porque das coisas erradas que outros fazem ou deixam de fazer, da violência e das injustiças, então você não está em paz. Se você usa seu tempo para brigar contra o sistema, se rebela contra as injustiças do mundo e compete com o próximo, então você não está em paz. Polarizando toda situação entre certo e errado, bom e ruim, preto e branco, não se cria a paz. Onde há oposição, não há paz. Você fala que quer paz. Mas, para ter paz, você deve ser paz, sentir paz. Deve começar a conhecer a paz intimamente, dentro da chama de seu coração. A única maneira de ter, ser paz é permitir que outros tenham suas experiências, por mais tenebrosas que sejam, e, na sua paz, nada disso o afetará. E verá dentro deles a paz, a luz, o amor de Cristo, que é a verdadeira natureza do ser que você reconhece em sua pacífica consciência amplificada. Se não houver sintonia com todo esse comportamento, atitude, ação ou julgamento do outro, é recompensador perceber sua neutralidade com tudo isso. É recompensador, talvez, até mesmo expressar seus sentimentos de neutralidade, para informar aos outros que você não está em sintonia com tudo isso. Você pode, em sua consciência e visão, compartilhar sua sabedoria e demonstrar talvez um jeito mais equilíbrio de ser. Essas ações são feitas em equilíbrio com a paz. Elas são realizadas em paz. De qualquer maneira, fique atento quando sentir a fúria no plexo solar, a fúria do descontentamento ardendo dentro de você, uma posição do que você acha ser a ação correta para os que estão em guerra. Sua fúria e virtuosa ação não são ações de paz. Existe oposição na ação. Paz é o que a paz faz. Ela não conhece oposição. Você pode falar, "mas, ficar quieto e deixar tudo acontecendo e não fazer nada?". Isso pode ser verdade. Mas a oposição somente cria mais guerra Então, o que apenas uma pessoa pode fazer? Paz é o que a paz faz. Esteja em paz e você terá paz. Viva, seja, respire, imagine, veja a paz. Faça a sua a parte em plena paz. Não justifique sua oposição em nome da paz. A paz dos céus não pede batalhas ou justificativas. Para trazer o Céu para a Terra, você deve simplesmente se render para aquilo que é sua verdadeira natureza. A Presença Divina EU SOU de suas almas não conhece oposição. Ela conhece somente a paz. Enquanto você se defende contra a oposição, contra o que está errado, você se afasta do Amor e Luz que é sua verdadeira essência. Você mascara a luz e logo se torna o naquilo a que se opõe. Enquanto você constata a guerra e a violência do dia a dia e acusa os envolvidos nela como maléficos, sua acusação é também maléfica. Enquanto houver o oposto, há a oposição, há polaridade e dualidade, o que lhe levará ainda mais para a realidade densa da terceira dimensão. Quando guerra e violência são feitas para se obter a paz, isso somente estará criando mais oposição. A paz é perseguida, buscada, mas não é achada porque não se pode buscar a paz - ela pode somente ser experimentada. Paz é o que a paz faz. É o ego humano que cria medo para criar a oposição a fim de distrai-lo e não deixar você perceber a Luz que realmente é. Oposição é uma criação humana. Nós lhe falamos, acabe com isso! Isso não serve para nada. Concentre-se na paz e você criará mais paz; concentre-se na oposição e você criará mais oposição. Entenda que saúde, felicidade, amor, prazer e plenitude são produtos da paz interior. Doenças, carência, crítica, luta dor são produtos da oposição. Superficialmente, você pode falar "eu sou uma pessoa pacífica e eu não me oponho a nada". Nós lhe suplicamos que olhe bem dentro de seu honesto e puro coração. Permita-se ficar livre de todas essas aflições da oposição que você mesmo colocou em seu coração. No mundo da polaridade, tudo que funciona com violenta crítica e julgamento transforma-se em separação entre a maneira certa e a errada. Aumentando mais e mais a distância entre o certo e errado - porque a cada novo certo criado, um novo errado também surge -o pêndulo balança sem parar entre os extremos das forças da oposição e cria mais oposição. Existe uma distorção do que é certo das coisas erradas. Quando o pêndulo pára de balançar entre a polaridade do certo e do errado, Trevas e Luz, bem e mal, então se acha a paz. Paz está entre as polaridades, não está em somente um dos lados. Enquanto se fica julgando tudo como certo ou errado não se terá paz. Enquanto você viver sua vida em oposição, opondo-se a isso ou aquilo, indo contra o governo, a economia, o materialismo, a política, a violência - seja lá o que for - você não estará em paz. Mesmo que a intenção de sua oposição seja a paz, você não vive em paz quando está na oposição. Seu caminho eventualmente o levará para a paz. Paz sabe o que é equilíbrio e harmonia, e isso é seu estado natural de ser, no qual sua Presença Divina EU SOU está constantemente convidando-o a experimentar. Busque a paz dentro de você. Abra-se para essas áreas onde você carrega a oposição dentro de seu coração. Abra-se para a essência das causas de suas oposições e então faça as pazes com tudo isso. Se você está se opondo a alguma coisa porque foi feita uma injustiça contra você, faça as pazes com essa injustiça. Nessa atitude, você estará em paz. Você não estará em paz até que faça as pazes com seu próprio ser. Sim, existe injustiça e sim, existe ação correta, mas o tempo para batalhas e oposições acabou. O tempo para a quietude da paz já se iniciou. Quando puder amar - verdadeiramente amar - isso a que se opõe, sem ter medo - mas, pelo contrário, ter amor, compaixão por todo esse processo -, então seu mundo será transformado e retornará à sua verdadeira natureza: paz. Seja justo em sua própria vida. Considere todas as conseqüências de suas ações. Esteja consciente da causa e do efeito - não somente no efeito que lhe causará, mas que pode atingir o outro, o efeito no todo. Seja lá o que fizer, se essas ações e pensamentos não refletirem paz em todos os níveis, então nós dizemos que você não está em paz. Se esse for o caso, então suas palavras de paz são somente da boca para fora. Você só pode refletir para o mundo externo a quilo que sente e é no mundo interno. Sua escolha em tudo que faz, pensa e fala é a verdade de seu estado de consciência. Não faça da paz uma alegoria ou uma fantasia. Paz não é uma coisa que cai do céu sobre você e limpa toda essa bagunça que nós humanos criamos. Sinta paz dentro de você agora e isso irá crescer à sua volta e transformar até aquela mais escura demonstração de oposição. Sinta paz em cada respirar. Respire a paz em toda sua vida. Existe uma grandiosa força na paz, e na paz está a solução de tudo que não se harmonizou com a paz. Se você realmente deseja a paz na Terra, então que a Terra esteja em paz. Honre a Terra. Honre ao próximo. Pare de lutar. Pare de se opor. Pare de julgar. Pare de competir. Pare de achar o culpado. Seja amoroso. Seja caridoso. Realize suas ações com atenção, com consciência, com compaixão. Fale paz, pense paz, aja pacificamente. Sonhe paz. Esteja em paz. Comece a imaginar que, um dia, em algum lugar, essa maneira de viver em paz - uma utopia, se assim quiser - cooperação, amor, harmonia, prazer, alegria e equilíbrio está acontecendo. Os problemas serão solucionados nesse mundo de paz. Se você deseja a paz, você deve se tornar paz. Então, esteja em paz. Reconheça quando você está em oposição e então pergunte ao Seu Cristo interno, "a que estou me opondo? Se todas as coisas são Deus e EU SOU Deus, então porque esta oposição a mim mesmo? Me ajude a achar a paz. Eu me rendo da minha oposição". Para aumentar sua consciência, você deve achar paz entre as Trevas e a Luz. Muitos de vocês acham que a paz se encontra no brilho da luz. E de fato existe paz na luz. De qualquer maneira, a luz mais pura não pode ser alcançada até que toda a energia esteja harmonizada, reconciliada e entendida. Essa reconciliação e entendimento se encontram nesse espaço entre as polaridades, o espaço de equilíbrio e igualdade, o espaço onde a paz se encontra. Paz não é nem uma ou outra polaridade, ela é o equilíbrio das duas. Quando o mundo é olhado de fora e se vê as polaridades e distorções, mas se tem paz interior, você traz com sua paz a dádiva da renovação, da esperança, da mudança, da paz, harmonia, e do arco-íres. Mas, quando se vê as polaridades e a distorções e se envolve com toda a injustiça e a falta de esperança, então se perde a paz, e ela é perdida no momento desse envolvimento. Você saberá que encontrou a paz quando puder se sentar com aqueles que vão contra você e sentir profunda compaixão pela maneira que eles enxergam o mundo. E em seu verdadeiro equilíbrio você demonstra sua paz sem se opor ao que aparenta ser a oposição. Quando você anda pelo mundo e imagina a paz e entre em sintonia com esse nascer da paz, então você está criando paz. Reveja sua vida. Quando você está em paz? Quando está em oposição? Traga paz para suas oposições e o mundo irá refletir paz para você. Se olhar à sua volta para achar a paz e somente ver, mesmo que um pouco, de oposição, essa é a dica para mostrar que dentro do seu coração ainda existe oposição. Quando você estiver em paz, o mundo estará em paz com você. Quantos, andando na paz, são necessários para que o resto do mundo responda e se transforme com isso? Nós falamos para vocês, queridos, que são menos do que imaginam. Não descuidem nem um minuto de sentir, pensar e fazer a paz. Um momento de pura demonstração de amor e paz pode mudar o mundo e criar milagres dentro de você. Pode desintegrar armas bem na frente de seus olhos, pode parar as balas no ar, pode até mesmo derreter o coração mais duro que esteja envolvido na guerra. Na verdade, isso é muito simples. Amor e Paz criam Amor e Paz. De nossos corações, pedimos para não desanimarem com tudo que está sendo mostrado em seu mundo. Essa distorção que tem sido criada se tornará paz. Todos vocês possuem paz em seus corações. A Paz é verdadeira. Paz faz parte de sua essência. Mas você não será testemunha da paz se ficar esperando que ela caia do céu. Como pode perceber, dependerá de você criar a manifestação da paz. Nós imploramos a todos para que criem paz em todos os aspectos de suas vidas. Faça a paz ser significante em sua vida. Traga paz para sua consciência. Seja um manifestador dela e logo verá paz rodeando sua vida. Os outros lhe seguirão, e então você terá um mundo de paz. Uma Demonstração Divina, de fato. Ame uns aos outros e a paz prevalecerá. Deixe de lado todas suas oposições, suas competições, sua luta interior. Quando você se tornar paz, você cria paz. Seja Amor e criará Amor. Esteja em oposição e, bem, você já sabe do resto. Nós lhe amamos e agora nos retiramos em paz para refletir paz. Que a paz esteja em seus corações, suas mentes e suas manifestações. EU SOU Pacificamente a seu serviço, Saint Germain Canalizado por d. Simelunas |
sábado, 8 de março de 2014
PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA
A Psicoterapia Reencarnacionista é a terapia da mudança da versão persona para a versão Espírito. Não é uma terapia dos sentimentos, é uma terapia da mudança da visão a respeito de nossa infância e de nossa vida. A versão persona é quando fazemos a leitura da nossa vida de uma forma não-reencarnacionista e temos a idéia de que ainda somos vítima da nossa infância e de todas as situações que acontecem no nosso cotidiano até hoje e também possuímos a ilusão dos rótulos das cascas, ou seja, temos a ideia de que somos brasileiros, brancos, psicoterapeutas e na realidade, tudo que possuímos são rótulos, pois em outras vidas já fomos negros, índios, japoneses, ingleses, entre uma série de outros rótulos, sendo assim a visão correta dos rótulos é que estamos brasileiros, de uma determinada cor, sexo, nacionalidade, pois tudo é temporário, somos espíritos vivendo uma experiência espiritual.
A nossa programação pré-reencarnatória. Os gatilhos. As armadilhas da vida terrena. Com essa visão deixamos de olhar para as situações difíceis da vida como um karma e sim passamos a olhá-las como gatilhos que são oportunidades que recebemos de nos harmonizarmos com aqueles irmãos que reencarnaram de novo ao nosso lado em situações conflituosas em nossas vidas para que através de uma nova postura de vida possamos superar todos os obstáculos e nos harmonizarmos efetivamente da melhor maneira possível não precisando assim passar por novas reencarnações ao lado desses irmãos tendo em vista uma harmonização junto dos mesmos, pois se essa harmonização com eles ocorrer agora sentiremos a vontade de reencontrá-los por sentirmos por eles um amor universal e não mais uma necessidade de harmonização devido a fatos vividos no passado.
SERVINDO A ONDA DA LUZ: ROBERT HAPPÉ AT TEDx DA LUZ
In the spirit of ideas worth spreading, TEDx is a program of local, self-organized events that bring people together to share a TED-like experience. At a TEDx event, TEDTalks video and live
sábado, 1 de março de 2014
NÃO DEIXE SEU AMOR SE TRANSFORMAR EM ÓDIO
A maioria dos
relacionamentos, principalmente os mais íntimos, apresentam defeitos profundos.
Durante um tempo, eles podem dar a impressão de serem perfeitos, como quando
estamos apaixonados, mas, invariavelmente, essa perfeição aparente acaba
destruída por discussões, conflitos, insatisfações, e até mesmo por violência
física e emocional, que passa a acontecer com uma frequência cada vez maior.
Parece que a
maioria dos “relacionamentos amorosos” não leva muito tempo para se tornar uma
relação de amor e ódio. O amor pode se transformar em agressões furiosas, em
sentimentos de hostilidade ou, num piscar de olhos, em um completo recuo da
afeição. Isso é visto como normal.
Se em seus
relacionamentos você vivenciou tanto o “amor” quanto o seu oposto – a agressão,
a violência emocional, etc. —, então é provável que você esteja confundindo o
apego do ego e a dependência com amor. Não se pode amar alguém em um momento e
atacar essa pessoa no momento seguinte. O verdadeiro amor não tem oposto. Se o
seu “amor” tem oposto, então não é amor, mas uma grande necessidade do ego de
obter um sentido mais profundo e mais completo do eu interior, uma necessidade
que a outra pessoa preenche temporariamente. E uma forma de substituição que o
ego encontrou, e, por um curto período, ela parece ser mesmo a salvação. Chega
então um momento em que o outro passa a se comportar de um modo que deixa de
preencher as nossas necessidades, ou melhor, as necessidades do nosso ego. As
sensações de medo, sofrimento e falta, que estavam encobertas pelo
“relacionamento amoroso”, voltam a aparecer.
Como acontece
com qualquer vício, ficamos muito bem enquanto a droga está disponível, mas chega
um momento em que a droga não funciona mais.
Quando essas
dolorosas sensações de medo reaparecem, nós as sentimos mais fortes do que
antes e passamos a ver o outro como a causa de todas essas sensações. Isso
significa que estamos projetando no outro essas sensações, por isso nós o
agredimos com toda a violência que é parte do nosso sofrimento. Essa agressão
pode despertar o sofrimento do outro, que é induzido a contra-atacar. Nesse
ponto, o ego ainda está, inconscientemente, esperando que a agressão ou a
tentativa de manipulação seja suficiente para levar o outro a mudar o
comportamento, de forma que possa usá-lo, de novo, para encobrir seu
sofrimento.
Todo vício
surge de uma recusa inconsciente de encararmos nossos próprios sofrimentos.
Todo vício começa no sofrimento e termina nele. Qualquer que seja o vício –
álcool, comida, drogas legais ou ilegais, ou mesmo uma pessoa -, ele é um meio
que usamos para encobrir o sofrimento.
É por isso que,
passada a euforia inicial, existe tanta infelicidade, tanto sofrimento nos
relacionamentos íntimos. Estes não causam o sofrimento e a infelicidade. Eles
trazem à superfície o sofrimento e a infelicidade que já estão dentro de nós.
Todo vício faz isso. Todo vício chega a um ponto em que já não funciona mais
para nós, e, então, sentimos o sofrimento mais forte do que nunca.
Essa é a razão
pela qual muitas pessoas estão sempre tentando escapar do momento presente e
buscando algum tipo de salvação no futuro. A primeira coisa que devem encontrar
é o próprio sofrimento que carregam, e é isso o que mais temem. Se ao menos
soubessem como acessar o poder da presença que dissolve o passado e o
sofrimento. Se ao menos soubessem como estão perto da própria realidade, como
estão perto de Deus.
Evitar se
relacionar como uma tentativa de evitar o sofrimento também não é a resposta. O
sofrimento está lá, de qualquer jeito. Três relacionamentos infelizes em alguns
anos têm mais probabilidade de forçar você a acordar do que três anos em uma
ilha deserta ou trancafiado em seu quarto.
Eckhart Tolle
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
QUEM TEM MEDO DE ERRAR?
Quem tem medo de errar?
Na minha experiência de psicóloga
tenho acompanhado a preocupação quase obsessiva, de grande parte das pessoas,
em fazer o que é certo. Muitas me procuram para eu lhes ensinar a maneira
correta de agir, contudo tento explicar que meu papel não é de conselheira, mas
de facilitadora do processo de se tornarem elas mesmas.
A TEORIA PARADOXAL DA MUDANÇA
Parece absurdo, mas a causa de
nossos problemas psicológicos consiste muitas vezes em não sermos nós mesmos. A
psicoterapia não se guiará pela necessidade de ser diferente, pelo contrário,
sua proposta é reencontrar a nossa essência, o que realmente somos. Quando
formos nós mesmos, mudaremos, não por causa da vontade de fazer o certo e
evitar o errado, mas pela própria natureza humana, que é de mudança,
crescimento e busca de equilíbrio. A isto se chama “teoria paradoxal da
mudança”.
Não estou afirmando que devemos
fazer tudo que vier à cabeça, sem restrições. Claro que a necessidade de
convivermos uns com os outros nos impõe certas regras de conduta que devem ser
respeitadas. Alguns limites devem ser estabelecidos em nome de nossa natureza
gregária, e não poderíamos viver em comunidade, se não houvesse critério de
certo e errado.
Porém o que reflito é sobre o medo
freqüente – quase desesperado – de errar. E por trás deste medo, me parece, um
medo maior ainda de desagradar os outros. Medo de não ser amado, de ficar
sozinho, de ser excluído. Medo que acaba se transformando em angústia e
ansiedade, já que não errar demanda muita energia, atenção total, vigilância
constante. Não me parece que esse tipo de vigilância seja saudável. A longo
prazo, acaba adoecendo qualquer pessoa. Os certinhos demais são famosos por sua
chatice e estresse.
ESTAR VIGILANTE : O CAMINHO DA
CONSCIÊNCIA PLENA
É verdade que Jesus, alicerce moral
de nossa cultura, disse que é necessário “orar e vigiar”, mas disse também que
não devemos nos preocupar com o dia de amanhã, porquanto “a cada dia já basta o
seu mal”. Interessante que tais recomendações, se forem tomadas separadamente,
parecerão contraditórias. Entretanto, são complementares. Estar vigilante pode
ser considerado estar atento a si mesmo, não para não errar, mas para se
conhecer. Saber o que se passa dentro de si em cada situação, sem o olhar
impiedoso do Juiz, mas com a compreensão tolerante do Pai. É o que os budistas
denominam “consciência plena”.
Tal consciência não nasce do medo de
errar, mas do auto amor, da auto aceitação. É preciso muita coragem e vontade
de ser feliz para checar sinceramente as próprias intenções e o que está por
trás das nossas atitudes. Quando tomamos consciência do que realmente nos move,
é que podemos fazer escolhas conscientes e deixar de nos sentir vítimas das
circunstância. Uma vida consciente e não uma vida de medo é que nos impedirá de
sermos tragados pelo roldão das necessidades, dos instintos, dos complexos
desconhecidos.
VIVER SEM MEDO
Por isso não devemos estar
preocupados com o dia de amanhã, estressados na avaliação do certo e do errado.
Se vivermos o aqui-e-agora, cada dia por vez, não teremos tanto medo de errar.
Como estamos atentos, os erros serão realmente fruto da ignorância (não da
irreflexão), e o seu conseqüente aprendizado será bem vindo. Se tivermos medo
de errar, ficando inertes ao invés de agir, retardaremos este aprendizado.
O medo paralisa, e a paralisia
contraria o rumo da vida, que é movimento, mudança. Por isso se adoece de medo,
porque não é possível estancar, sem danos, o fluxo natural da vida. Pânico,
depressão, ansiedade, são todos, em essência, derivados do medo de viver e
sujeitar-se à inconstância da vida. Entretanto, com ou sem medo, a vida
acontece, e por isso, sugiro a todos: arrisquem! Viver é um risco. A vida é
fugaz, mesmo.
Não percamos tempo tendo medo de
errar. Tentemos, antes disso, amar a nós mesmos. Isto nos tornará aptos a amar
os outros sem esforços descomunais. Seja nosso amor o combustível do dia-a-dia.
Erros acontecerão, sem dúvida, mas se temos amor, o perdão se faz presente, o
erro passa, e a chance de acertar ressurge, sempre, generosamente.
Caroline Treigher
tribunadoceara.uol.com.br/
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